sempre cabe mais um… um lugar, um bom amigo, uma nova cor…

As mãos em concha, não aprisiono a nada

Senão amparo o que me verte

Fresco, morno, gélido ou fervente

Me escorre pelos dedos e torna a verter.

 

Depósitos minerais nas minhas encostas sinuosas

O quanto deixo a água passar em meus contornos

É  quanto solidifico minhas margens

A água que me acaricia ou bate

É ela que me molda a face.

 

Maio, 2017.

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